As Vidas que tocamos

As Vidas que tocamos

As vidas que tocamos no nosso trajeto são mais importantes que os objetivos alcançados ou o sonho realizado. No sábado passado estava assistindo um video de Neale Donald Walsh que trouxe essa reflexão.

Disse ele que estava com cinquenta anos e refletindo sobre a sua vida e tudo que havia realizado, fez a seguinte pergunta a Deus:

“Deus, a vida é isso, a carreira, os objetivos, as metas e os sonhos que lutamos por tornar concretos? A vida é isso? Tenho que seguir correndo atrás dos meus desejos e necessidades?”

Segundo ele, assim Deus lhe respondeu:

“Neale, a sua vida não é sobre você. A sua vida é sobre as outras vidas que você tocar.”

Materialismo:

A corrida materialista e a necessidade sem limites do nosso ego, nos cega para as coisas fundamentais na nossa vida.

Quando vamos chegar ao sucesso?

Quando vamos chegar ao topo da montanha?

O ego:

O nosso ego, quando recorre ao passado, e olha para as realizações, se atribui completamente as razões do sucesso.

Pela mesma lógica, quando olha para o passado e para os erros, se condena como único culpado.

Temos que nos desvencilhar um pouco do ego para enxergar que há vida além de si mesmo.

Enxergar o outro, compreender que pode se preocupar com o outro, com a sociedade, com o bem das outras pessoas.

Felicidade:

Neale, que não estava encontrando a felicidade duradoura, aquela que não desaparecesse em alguns minutos, encontrou naquela resposta a orientação para transcender, se libertar do ego, da caixa que havia construído ao longo de décadas.

A vida, antes efêmera, passou a fazer sentido. Neale encontrou o sentido, o propósito da vida.

Podemos tocar a vida de outras pessoas com a compreensão, generosidade, estender a mão.

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